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Ratinho fica por pressão ou por contenção?
Perguntar não ofende!
Nos últimos dias, comentários que circulam nos bastidores da política paranaense apontam que a decisão do governador Ratinho Júnior (PSD) de permanecer no cargo até o fim do mandato — sem se desincompatibilizar para disputar as próximas eleições — teria sido motivada pela chegada de informações sobre possíveis denúncias e questionamentos que seriam trazidos a público nos debates, caso ele entrasse na corrida presidencial ou aceitasse ser vice na chapa de alguém.
O apresentador Ratinho, do SBT, pai do governador, tem negado nas redes sociais que tenha telefonado ao presidente Lula para comunicar que o filho não concorreria a nenhum cargo no pleito do ano que vem.
Na tradicional “Boca Maldita”, opositores comentam que o milionário Ratão pode até não ter conversado com o presidente, mas certamente teria tomado conhecimento do que poderia vir à tona durante uma campanha nacional. Ratinho diz que não ligou para o presidente — e você, acha que ligou ou não ligou?
No Palácio Iguaçu, a informação que tem circulado é que o governador resolveu cumprir integralmente o mandato para promover contenções em todos os sentidos e mostrar sua força elegendo seu pupilo Guto Silva a sua sucessão, o último colocado atualmente nas pesquisas.


