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Há um pacto silencioso entre Kassab, Ratinho e Lula?

Há um pacto silencioso entre Kassab, Ratinho e Lula?

A desistência de Ratinho Jr. em disputar a Presidência pelo PSD, somada ao lançamento de Ronaldo Caiado, levanta uma questão inevitável: trata-se de um jogo combinado para favorecer a reeleição de Lula?

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O histórico do PSD reforça essa leitura. Sob a liderança de Kassab, o partido nunca se afastou do governo federal e manteve participação ativa na gestão Lula. Essa proximidade com o Palácio do Planalto e o “telhado de vidro” de Ratinho Jr. ajudam a explicar o comportamento da sigla, tanto no Paraná quanto no cenário nacional.

O movimento do governador Ratinho Junior levanta outra leitura nos bastidores: há estratégia por trás da escolha de Sandro Alex para dividir os votos da direita e impactar diretamente o equilíbrio eleitoral de 2026?

Ao preterir nomes como Rafael Greca, Alexandre Curi e Guto Silva, o governador estimula a fragmentação no campo da direita, forçando múltiplas candidaturas ao Governo do Paraná: Sandro Alex; Greca e Curi; e o senador Sergio Moro, abrindo espaço para a divisão de votos.

Resta saber com quem esse jogo foi combinado: com o próprio Sérgio Moro ou com a esquerda. Isso porque há quem sustente que, com essa divisão, quem acaba se beneficiando é o pré-candidato Requião Filho.

Em síntese, a estratégia no Paraná segue a mesma linha adotada por Kassab: a divisão do eleitorado. E, na política, raramente esse tipo de movimento ocorre por acaso.

 

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